História

30 anos

O Colégio Viver nasceu em 1998 como continuidade do Viver Escola, unidade de Educação Infantil que havia sido criada na década de 70 por quatro educadoras, entre elas a pedagoga Anna Maria Pereira de Castro. Anna Maria, ou Tia Anna (como as crianças carinhosamente gostam de chamá-la), foi também fundadora da nova instituição, bem como sua gestora por muitos anos. Juntou-se a ela, nessa nova empreitada, a socióloga Maria Amélia Marcondes Cupertino.

Anna Maria e Maria Amélia formularam um projeto pedagógico bastante ousado, antes de mais nada por não seguir um modelo único, mas se abrir à influência de vários educadores e escolas (de Paulo Freire à Reggio Emilia, passando por nomes como Dewey, Freinet, Piaget, Neill, entre tantos) , principalmente no que se refere à centralidade da motivação, às metodologias ativas e às visões democráticas e humanistas.

Localizado em uma área verde, afastada do centro urbano, o colégio aposta numa educação com o corpo e com a natureza, nos vínculos entre adultos e crianças e nas relações intra e interpessoais. Baseado em uma pedagogia por projetos, na interdisciplinaridade, nos desejos das crianças e nas possibilidades de ampliação de repertório, a comunidade educadora constantemente reelabora o projeto pedagógico, numa tentativa de acompanhar o devir dos tempos. Afinal de contas, mudam-se as crianças, mudam-se os adultos e muda-se o contexto social e histórico. Acompanhar essas transformações é uma obrigação e um desafio que a escola deve se propor.
Não à toa, o Colégio Viver vem atuando de maneira consistente nos diversos fóruns de discussão e trabalho entre educadores, dos quais se destaca a articulação e participação na Rede Nacional de Educação Democrática, desde 2012, na Conferência Nacional de Alternativas para uma Nova Educação (CONANE), participando desde a primeira edição, em 2013, e sendo uma dos organizadores em 2015 e 2017, e na Rede de Escolas Inclusivas, desde 2016.

Além disso

devido ao seu caráter inovador em termos pedagógicos e seu engajamento em causas sociais, recebeu os seguintes prêmios e selos:

2010: Aqui se brinca (OMO - Programa pelo direito de ser criança)
2011: Aqui se aprende pela experiência (OMO - Programa pelo direito de ser criança)
2012: Selo Cidadão (Revista Circuito)
2015: Reconhecimento pelo MEC no mapa da criatividade na educação.
2015: Reconhecimento como Escola Transformadora (Ashoka/Alana)
Em 2018, como continuidade dos esforços em pensar e propor uma educação transformadora e cidadã, o Colégio Viver abriu seu Ensino Médio, de modo que as crianças de dois anos até os jovens de 17 e 18 podem encontrar neste espaço uma oportunidade para seu desenvolvimento corporal, intelectual e emocional, fechando, assim, um ciclo e abrindo-se para novos horizontes.